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10 de maio de 2021    by  ‣  0 comments

Dois filhos de Francisco: descrições do filme



A improvável história de sucesso da dupla superstar da música country brasileira Zeze di Camargo e Luciano recebe um tratamento polido, embora altamente manipulador, em “Dois Filhos de Francisco”. A estatura pop dos irmãos é demonstrada pelo fato de que o filme se tornou o filme brasileiro de maior bilheteria em 25 anos, marcando mais de 5 milhões de entradas desde sua estreia em agosto. Resultados semelhantes parecem improváveis ​​na maioria dos mercados estrangeiros, embora os fáceis apertos de botões emocionais garantam um sólido negócio de apresentação ao Oscar no jargão estrangeiro do Brasil, e possivelmente espalhem o som da dupla por toda parte.

Fonte de reprodução: getty images

O lentista veterinário Breno Silveira (“Eu, Você, Eles”, “Homem do Ano”) põe-se facilmente na cadeira do diretor, e nunca parece mais confiante com sua narrativa do que no charmoso ato de abertura, ambientado no sertão da província de Goiânia. . Francisco (Angelo Antonio) liga um rádio para ouvir suas canções country favoritas e promete à esposa Helena (Dira Paes, “Meu tio matou um cara”) que eles vão ter dois filhos músicos. Embora pensado um pouco maluco, Francisco com Helena logo enche de filhos sua humilde morada. Fazendeiro e não músico, Francisco, no entanto, ajuda seu filho mais velho, Mirosmar (o jovem ator Dablio Moreira), quando ele se apaixona pela gaita. Son Emival (Marcos Henrique) segue com interesse pela música. Tão pacientemente quanto Francisco, pic observa como esses meninos passam de brincadeiras sem rumo (e sem fim) com instrumentos como o acordeão para começar a dominá-los.

Como o filme pretende mostrar o triunfo contra todas as probabilidades, as crises que se abatem sobre a família parecem tornar ainda mais óbvia a eventual descoberta de Mirosmar (interpretado como adulto com o apelido de Zezé di Camargo, de Marcio Kieling). O filme começa em 1962 em uma região de aparência pobre do estado de Goiás, na região central do Brasil, com Zezé (cujo nome de batismo é Mirosmar) ainda no útero, e Francisco (Ângelo Antônio), um fazendeiro arrendatário, enganchando um primitivo rádio. Francisco decide que o filho vai sair da pobreza e que a música vai ser como ele o faz. O filme, grande sucesso no Brasil, parece mais genuíno ao tratar os primeiros anos da família. O jovem pai vê o prêmio, mas não é sofisticado o suficiente para direcionar um caminho até ele. Em uma cena divertida ele leva Zezé (muito bem interpretado quando menino por Dablio Moreira) e um irmão para tocar em um programa de rádio, sem perceber que a música que estão cantando deixaria todo mundo preso. 

Em contraste com a abertura do filme

Fonte de reprodução: getty images

O terceiro ato é inundado por desenvolvimentos de personagens apressados, incluindo o irmão mais novo Welson (Thiago Mendonça), que se junta a Mirosmar para formar a dupla Zezé e Luciano. Ainda assim, apesar de todos os seus dramas apressados, pic joga sua corda por muito tempo. Pegando uma página do manual de Steven Spielberg, a foto mostra os verdadeiros Zezé e Luciano com seus pais na antiga casa da família, e então se envolvendo em uma cena genuinamente emocional ao longo dos créditos finais. O domínio da câmera de Silveira é bastante evidente, mas ele embeleza os meninos e a família, mesmo quando estão lutando na fazenda ou em um cortiço que goteja. No entanto, pic representa o alto padrão de produção estabelecido pela Conspiração Filmes, que, com este blockbuster, é o rei indiscutível do cinema brasileiro.

Produção do filme

A Sony Pictures Releasing Intl. lançamento (no Brasil) de uma apresentação da Conspiração Filmes / Columbia Tristar Filmes do Brasil / ZCL Producoes Artisticas de uma produção da Conspiração Filmes / Globo Filmes. (Vendas internacionais: Conspiração Filmes, Rio de Janeiro.) Produzido por Luciano Camargo, Leonardo Monteiro de Barros, Luiz Noronha, Pedro Buarque de Hollanda, Pedro Guimarães, Rommel Marques, Emanoel Camargo, Breno Silveira. Produtora executiva, Paula Lavigne. Direção de Breno Silveira. Roteiro, Patricia Andrade, Carolina Kotscho.

Fonte de reprodução: getty images

Tripulação

Câmera (Megacolor), Andre Horta, Paulo Souza; editor, Vicente Kubrusly; música, Zezé Di Camargo, Luciano; supervisores musicais, Caetano Veloso, Di Camargo; designer de produção, Kiti Duarte; a figurinista Claudia Kopke; maquiagem, Martin Macias Trujillo; som, Valeria Ferro, Renato Calaca; supervisor de edição de som, Alessandro Laroca; produtor associado, Daniel Filho; elenco, Cica Castello. Avaliado no Palm Springs Film Festival (International Gala), 6 de janeiro de 2006. Duração: 127 MIN.

FONTE: https://g1.globo.com/








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